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Como aliviar os sintomas da rinite alérgica?

De acordo com dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), três em cada dez brasileiros sofrem de algum tipo de alergia. A rinite alérgica é o problema mais comum, correspondendo à maioria dos casos.

Embora não seja uma doença contagiosa, a rinite alérgica não tem cura. Trata-se de uma condição na qual fatores hereditários predominam. Estima-se que as chances de desenvolver rinite alérgica são de 50% se um dos pais for alérgico e de até 80% se ambos tiverem a mesma condição.

O que é a rinite alérgica? 

A rinite alérgica é caracterizada pela inflamação da mucosa nasal a partir do contato com um elemento alérgeno. A lista de itens e substâncias que podem causar essa reação, desencadeando uma crise, inclui múltiplos fatores, tais como: ácaros, fungos, mofo, poeira, plantas, perfumes, fumaça e produtos de limpeza, entre outros.

Quando isso acontece, a sensação mais comum é a coceira no nariz, que desencadeia crises de espirro. Porém, é importante compreender que um simples espirro não significa, necessariamente, uma alergia, mas sim que naquele momento a substância foi capaz de provocar irritação. Quando o problema persiste, então esse é um sinal de alerta de que pode haver alguma alergia.

Em casos mais graves, outros sintomas também se manifestam. Isso inclui coriza, tosse, coceira nos olhos e congestão nasal. Há estudos, ainda, que sugerem que dores de cabeça e sensação de pressão facial podem estar associadas às crises alérgicas. 

Diagnóstico e tratamento: como lidar com a rinite alérgica?

Como acontece com diversas alergias e doenças, o diagnóstico preciso é feito apenas pelo médico. Portanto, consultar um especialista em alergias (alergologista) ou um clínico geral é fundamental para iniciar qualquer tipo de tratamento. Em geral, o diagnóstico é feito de forma clínica, quando se constata coriza, espirro e coceira no nariz simultaneamente.

Como já mencionamos, não há cura para a rinite alérgica, mas é possível amenizar de maneira considerável os sintomas a partir de duas abordagens: medidas de controle ambiental e tratamento farmacológico. Vamos saber um pouco mais sobre cada uma delas.1

Medidas de controle ambiental contra a rinite alérgica

A primeira medida para reduzir as crises alérgicas é evitar a exposição aos elementos que causam a irritação na mucosa. Isso inclui a limpeza dos ambientes para evitar o acúmulo de poeira, ácaros e pêlos de animais, por exemplo. Outro fator importante é manter os ambientes arejados, deixando as janelas abertas para melhor ventilação. 

Muito se fala sobre o clima frio como um potencial causador de alergias, mas na prática não é bem a temperatura o problema. Em dias frios, temos tendência a manter as janelas fechadas, e a falta de ventilação no ambiente, aliada à umidade, pode provocar o aparecimento de mofo e fungos, que desencadeiam as crises alérgicas.

Tratamento farmacológico contra a rinite

Uma vez que uma crise tenha sido desencadeada, o tratamento farmacológico passa a ser uma opção. Há diversos medicamentos capazes de aliviar os sintomas da alergia. Eles fazem isso diminuindo a resposta do organismo aos elementos alérgenos desencadeadores da crise.

Os anti-histamínicos e os corticoides nasais entram nesse grupo: os anti-histamínicos combatem os efeitos da histamina (como vasodilatação, coceira e vermelhidão), e os corticóides atuam diretamente na mucosa nasal, reduzindo a inflamação.

Outra opção de tratamento farmacológico contra a rinite é o medicamento Alerginyl (Croton tiglium 6CH + associação). O composto tem ação imediata e efeito gradual no auxílio ao tratamento de sintomas de processos alérgicos, como corizas e espirros, obstrução nasal, irritação cutânea, eczemas e urticárias. 

O Alerginyl pode auxiliar no tratamento dos sintomas de processos alérgicos que envolvem coriza, espirros, obstrução nasal, afecções nos olhos como inflamação e inchaço nas pálpebras, irritação cutânea, eczema, urticária e prurido.

Ele está disponível em versões com 20 e 100 comprimidos de 250 mg, para tratamento de 6 a 30 dias, respectivamente, e em solução oral. Você pode consultar todos os detalhes sobre ele na bula do medicamento. Veja a bula da versão em comprimidos e a bula da versão em solução oral.

O Alerginyl é contraindicado para menores de dois anos e não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica. Na dúvida, consulte o seu médico para obter mais informações.

Fonte(s): Ministério da Saúde, Ministério da Saúde ², Drauzio Varella, Hospital Sírio Libanês, Unimed Fortaleza, Sociedade Brasileira de Pediatria e Medscape.

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