Disfunção erétil pode ser causada por fatores psicológicos: saiba como prevenir

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, pelo menos metade dos homens com idade acima de 40 anos têm queixas com relação à ereção. A disfunção erétil é mais comum do que se imagina e pode ser ocasionada por inúmeros fatores.

Em linhas gerais, os especialistas classificam as disfunções eréteis em três grupos: orgânicas, psicogênicas e mistas. Compreender as causas que levam o homem à dificuldade de manter uma ereção e, consequentemente, ter o seu prazer reduzido, é fundamental para o tratamento e resolução do problema.

Disfunção erétil: por que isso acontece?

A ereção ocorre a partir de estímulos nervosos enviados pelo cérebro para a região peniana, aumentando o influxo de sangue na região. Com isso, os corpos cavernosos se enchem e o corpo esponjoso de pênis se infla, como uma espécie de válvula. O sangue aprisionado em câmaras é responsável pela rigidez do membro.

Quando esse sistema não funciona de maneira adequada ocorre a chamada disfunção erétil, ou seja, a incapacidade de iniciar ou manter uma ereção suficiente para o ato sexual. Porém, o problema em si pode ter diversas origens, como problemas orgânicos, causados pela idade, por doenças ou pelo uso de substâncias químicas e razões psicológicas, como ansiedade e medo.

Problemas psicogênicos: compreendê-los é o melhor caminho

Uma disfunção erétil ocorre em razão de fatores psicológicos. Nesse caso, não há qualquer problema físico ou orgânico que justifique a dificuldade de ereção. Entretanto, os especialistas apontam que sensações como ansiedade e medo de falhar são as principais responsáveis por esse quadro.

Ainda, há casos em que ocorrem problemas orgânicos e psicológicos. Por essa razão, é fundamental que o paciente que apresenta esses sintomas recorra a um profissional de saúde para realizar exames e investigar clinicamente as causas da disfunção. Seja por meio de tratamento psicológico ou medicamentoso, na maioria dos casos é possível contornar o problema.

Quais características aumentam as chances de disfunção erétil?

Quanto maior a idade do paciente, maior a propensão à disfunção erétil. Entretanto, isso não significa que esse problema seja restrito a pessoas com mais de 40 anos. Jovens também costumam apresentar quadros de dificuldade de ereção, especialmente devido a problemas emocionais ou ao abuso de substâncias como álcool, drogas ilícitas ou anabolizantes.

Além disso, certos tipos de medicamentos, como anti-hipertensivos, antipsicóticos e ansiolíticos também podem provocar problemas de ereção. Por fim, problemas hormonais e neurológicos, hipertensão, sedentarismo, obesidade e colesterol alto podem contribuir para a diminuição do desempenho sexual.

Tratamento: de volta à vida sexual ativa

Como a disfunção erétil é um problema multifatorial, o primeiro passo é recorrer a um profissional de saúde. O médico urologista é responsável por analisar o caso, investigar o histórico do paciente e solicitar os exames laboratoriais necessários. A lista pode incluir exames de sangue e urina, além de ecodoppler peniano e teste de intumescência peniana noturna.

É importante buscar auxílio médico aos primeiros sinais, pois a disfunção erétil costuma ser um sinal inicial para doenças cardiovasculares. O tratamento pode incluir atendimento psicológico ou administração de medicamentos. Casos mais graves podem requerer uso de bombas a vácuo e implantes de próteses.

Geralmente esse tratamento deve vir acompanhado de mudanças no estilo de vida. Medicamentos como o Forteviron WP LAB, que auxilia no tratamento da fraqueza física e mental, combatendo a diminuição ou ausência do desejo sexual, auxiliando na melhora do desempenho sexual, podem ser uma alternativa complementar ao tratamento. b um médico e leia a bula do medicamento para conhecer as recomendações.

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