garota com expressão triste olhando para o telefone na mão

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Excesso de redes sociais e comparação: como cuidar da saúde mental na era digital

Não importa a faixa de idade ou a geração, é difícil imaginar o cotidiano sem redes sociais. Elas se tornaram parte do nosso despertar, dos intervalos no trabalho, das pausas no transporte e até dos momentos de lazer antes de dormir. Estão ali para nos conectar a amigos distantes, acompanhar notícias em tempo real, descobrir novos conteúdos, aprender com especialistas, rir de vídeos curtos e, claro, postar fragmentos do nosso dia.

De fato, essas plataformas trouxeram inúmeras conexões. Hoje, é possível manter vínculos com pessoas do outro lado do mundo, trocar experiências, aprender habilidades e se manter informado com poucos toques na tela. Mas essa comodidade vem acompanhada de um efeito colateral silencioso e perigoso:  o uso exagerado e inconsciente.

O que começa como uma maneira de passar o tempo ou se atualizar vira, muitas vezes, uma compulsão graças à dopamina. O deslizar de dedos que se repete centenas de vezes por dia esconde algo mais profundo: a comparação constante, o medo de ficar para trás, a cobrança por uma vida que pareça perfeita aos olhos dos outros.

Esse ciclo, quando não observado com atenção e consciência, pode minar o bem-estar emocional. Ansiedade, estresse e baixa autoestima são sintomas que cada vez mais se associam ao uso abusivo das redes. Segundo levantamento da revista VEJA, o excesso dessas plataformas está ligado a 45% dos casos de ansiedade entre os jovens brasileiros. Um dado que, por si só, já merece reflexão.

Tudo porque, na era digital, o desafio não é acessar o mundo, mas saber a hora de se desconectar dele.

Como o excesso de redes sociais afeta a saúde mental?

Como vimos, o problema está no uso contínuo e desmedido que fazemos delas. Quando passamos horas deslizando a tela, reagindo a Stories, comparando vidas e absorvendo informações sem filtro, a mente paga o preço.

A seguir, veja os principais efeitos desse comportamento no equilíbrio emocional:

1. Comparação constante

Em ambientes digitais, raramente vemos a vida como ela realmente é. As redes funcionam como vitrines cuidadosamente editadas  e isso tem um efeito profundo sobre quem está do outro lado da tela. 

Quando vemos apenas conquistas, viagens, corpos esculturais ou relacionamentos “perfeitos”, é fácil se perguntar: “Por que a minha vida não é assim?”. Esse tipo de comparação frequente pode gerar um sentimento persistente de insuficiência.

2. Ansiedade e FOMO

A sensação de que estamos ficando para trás — conhecida como FOMO, ou Fear of Missing Out — é alimentada pela lógica das redes, pois um novo conteúdo parece uma experiência que você deveria estar vivendo. Isso causa uma inquietação constante, um mal-estar que cresce toda vez que desbloqueamos o celular.

3. Baixa autoestima

Com o tempo, o excesso de comparações vai corroendo a autoconfiança. Começamos a nos enxergar sob o olhar dos outros, buscando aprovação digital para validar nossas escolhas. Curtidas e comentários se tornam medidores do nosso valor pessoal. Uma armadilha perigosa para a autoestima.

4. Dificuldade de concentração

O bombardeio de estímulos visuais, notificações e conteúdos rápidos fragmenta o pensamento. Passamos a ter dificuldade de manter o foco em uma única atividade por mais de alguns minutos. Isso compromete a produtividade e afeta até mesmo momentos de lazer ou convívio social.

5. Insônia e cansaço mental

Luz azul na retina antes de dormir, rolagens infinitas madrugada adentro, excesso de informações… O hábito de checar o celular na cama prejudica o início e a qualidade do sono. E sem descanso adequado, a mente se desgasta, tornando-se mais vulnerável ao estresse.

Esses efeitos se acumulam. E quanto mais tempo passamos online, menos espaço sobra para aquilo que realmente nutre nossa saúde emocional.

Como manter a saúde mental na era digital?

Com pequenas mudanças de hábito, é possível aproveitar os benefícios dessas plataformas sem deixar que elas dominem o seu bem-estar. Confira cinco atitudes práticas para cuidar da mente no mundo digital

  1. Estabeleça horários para uso das redes: defina momentos específicos do dia para acessar redes sociais — por exemplo, 20 minutos após o almoço ou à noite, antes do banho. Isso reduz o uso automático e diminui a sensação de urgência.
  2. Desative notificações não urgentes: cada alerta sonoro ou vibração aciona um pequeno pico de ansiedade. Desligar notificações de likes, seguidores e comentários ajuda a acalmar a mente.
  3. Siga pessoas que te fazem bem: evite perfis que promovem padrões irreais de beleza, sucesso ou estilo de vida. Dê preferência a conteúdos que inspirem equilíbrio, autenticidade e afeto.
  4. Crie uma rotina offline à noite: evite telas pelo menos 1 hora antes de dormir. Troque o celular por uma leitura leve, música relaxante ou uma conversa com alguém querido.
  5. Cultive o mundo fora da tela: valorize encontros reais, passeios ao ar livre, hobbies longe do celular. Viver experiências fora do digital é necessária para manter a saúde emocional em dia.

Sugestões rápidas para aplicar no dia a dia

Comportamento digital Como transformar esse hábito
Rolar o feed ao acordar Espere 30 minutos antes de usar o celular pela manhã
Dormir com o celular na mão Deixe o aparelho fora do quarto ou em modo avião
Checar redes a cada notificação Ative o modo “não perturbe” e estipule um horário para checar
Comparar sua vida com influenciadores Lembre-se de que ali só aparece o recorte mais bonito
Trocar o descanso por mais tempo online Faça pausas conscientes: caminhe, respire, desligue por alguns minutos

A chave está em assumir o controle e não deixar que as redes sociais ditem o ritmo da sua mente. Com pequenas mudanças, é possível recuperar o foco, reduzir a ansiedade e dormir melhor.

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Reduzir o tempo de tela, criar rotinas saudáveis e cultivar conexões reais são passos valiosos para manter o equilíbrio emocional. Mas nem sempre a mente desacelera com facilidade. Quando a ansiedade, o estresse e a irritabilidade persistem, é preciso de algo a mais.

Formulado com Argentum nitricum e Kali bromatum, Nervocalm® atua como um suporte complementar no cuidado com a saúde mental. Sua composição ajuda a acalmar os sintomas mais comuns do desgaste emocional causado pelo excesso de estímulos digitais:

  • Reduz a ansiedade e o nervosismo do dia a dia
  • Auxilia no controle da inquietação e impulsividade
  • Melhora a qualidade do sono, sem causar dependência
  • Diminui a sobrecarga mental e ajuda a manter o foco

O uso contínuo, conforme orientado na bula, contribui para restaurar o equilíbrio interno — algo cada vez mais necessário na era digital. Ao proporcionar noites mais tranquilas e dias com menos tensão, Nervocalm® ajuda a reconstruir a relação com o próprio ritmo, devolvendo à mente o espaço para respirar, concentrar e se reequilibrar.

Vale ressaltar que Nervocalm® se diferencia por sua fórmula sem passiflora, melatonina ou outros componentes que costumam causar sonolência durante o dia. Ele também não engorda, não causa dependência e pode ser utilizado sem interferir em outras medicações.

É uma alternativa segura e inteligente para quem busca cuidar da saúde emocional sem abrir mão da produtividade e da clareza mental ao longo do dia.

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